sexta-feira, 28 de julho de 2017

Post 28 - Convivendo entre as rosas





A convivência com as rosas, não é uma mar de rosas. Mesmo quando aparenta ser. Sim,existem muitos espinhos. Muitas vezes nos machucamos. Em nossa trajetória de vida muitas rosas passaram, muitas ainda estão por vir. Foi e será inevitável em meio a felicidade nos machucar. E oque podemos fazer? Ou melhor oque Devemos fazer?

Ao analisar nossos semelhantes, vemos as diferenças. Espinhos, cores, perfumes, formas. Exatamente aí é que nasce os conflitos. Nossa forma de pensar e agir nos faz únicos, diferentes. A causa da dor para um, não tem a mesma dimensão para todos. Sensibilidade, percepção e atitudes diferentes. Cada um com sua dose.





Muito mais que afinidade, afeto e amor, o perdão é essencial.Devemos perdoar ao próximo, perdoar a si mesmo.
As lágrimas não são reveladas apenas nos olhos do ferido, rosas também choram. O sangue não se revela apenas no ferimento, rosas também sangram...
Costumo dizer que se não houver vingança e rancor não haverá dor que seja eterna.
Mesmo porque, por amor às rosas, o jardineiro é servo de milhões espinhos. Cauteloso para não se machucar, sabe que isso um dia será inevitável.


# A gente fica por aqui hoje! 28.julh. 2017

Wellington Maia.

Oxe.: É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou.

Oxe, oxe: Muitas vezes nos tornamos solitários porque construímos muros ao invés de pontes.

Oxe, oxe, oxe.: É preciso suportar duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.

Oxe, oxe, oxe, oxe.: Depois desse período de afastamento, essa musica é perfeita  para o texto, e para minha volta.



TOCANDO EM FRENTE (ALMIR SATER /RENATO TEIXEIRA