segunda-feira, 27 de março de 2017

Post 23 - Retirando a rodinha da bicicleta N°1



Lembro de quando meu pai retirou a rodinha esquerda da minha bicicleta. Como sou canhoto eu andava "apoiado" na direita, porém, tentando equilibrar no lado que mais tinha confiança.
Com o passar dos dias ele retira a outra. Logicamente ainda não tinha aquela confiança em mim mesmo. Mas ele já tinha e me encorajava.
Correndo e me equilibrando ele me incentivava a seguir. Eu rindo, tremendo, com a adrenalina lá em
Saturno, dizia assim: " Não me solta, não me solta Pai". Ele dizia: Continua eu estou segurando, não para.
Certo dia ele soltou. E ao perceber que ele não estava segurando eu caí. Não me machuquei, mas ele disse: você já sabe andar, caiu porque ficou com medo. Tenta de novo você consegue.
E realmente ele estava certo. Consegui!
A confiança que ele tinha e sempre teve em mim não parou por aí. Foram várias as vezes em que esse gigantesco Pai confiou e encorajou esse menino, jovem, e honesto pai de família. Obrigado. Te amo Pai.

# Cheguei lá!

# A gente fica por aqui hoje! 27mar. 2017.

Wellington Maia

Oxe: uma coisa é certa; Só o esforço individual não garante o sucesso!

terça-feira, 14 de março de 2017

Post 22 - No supermercado.

Na fila do supermercado logo à minha frente, uma senhora humilde, simpática e humor elevado. Creio que devido as preocupações, responsabilidades, trabalho duro, e muito provavelmente devido ao sol que aqui castiga muito, ela tinha a pele muito " surrada". Aparentava uma idade superior a que os seus olhos e espírito me diziam.
Em seu carrinho apenas o básico. Tudo muito simples. Havia também 2 cestos ( aqueles para colocar roupa suja). Até aí nada de anormal neh?
Logo ela começa a passar sua compra na esteira. Reparei que toda hora ela queria colocar os cestos, pois, ela pegava e dizia: "depois eu pego". Mas ela não aguentou a ansiedade e ao pegar, reparou que não tinha o tal código de barras. Percebi que ficou angustiada e decepcionada. Manteve a postura, continuou procurando e me disse: " Nossa parece que não tem código em nenhum..." Entendi como um pedido. No momento em que eu pensei em dizer: vou lá ver para a senhora, ela acha o código na tampa do cesto. Feliz da vida com belo sorriso e aliviada ela me olha e diz: "Tão pequeno quase não acho" e completa: " eu não podia ir embora sem levar".
Simplesmente sorri e fiquei feliz por ela. Mas fiquei viajando; como pode uma coisa tão simples ser tão importante e fazer a felicidade de uma pessoa?

# A gente fica por aqui hoje! 14 mar. 2017


Wellington Maia.

engenheiros do hawai - simples de coração



segunda-feira, 13 de março de 2017

Post 21 - Mais um déjávu

Dias D'avila segunda-feira 13 de Março 2017, 13:26.
Tempo nublado, e raios de Sol dão maior sensação térmica. No momento 26℃.
Sentado no mesmo lugar de sempre (isolado), sou novamente obstáculo da brisa. Mais um déjávu! E desta vez não é o ambiente que me faz pensar que já vivi este dia. São os sentimentos em minha memória. Apertando mais uma vez o peito. Sentimentos frescos como tinta recém aplicada na parede do meu ser.
Já senti isso... Já vivi este dia? Não. Desta vez é diferente. Sou e estou diferente. Mas me sinto igual, e diferente ao mesmo tempo.
A intensidade é maior pela percepção e conhecimento que adquiri nos últimos meses. Isso me faz diferente? A dor é a mesma, apesar da experiência. A sensação é maior. Isso me faz igual?
Não. Eu não vivi este dia ainda. Certeza. Mas, algo me diz que meu horário de almoço acabou. A brisa hoje persiste. As nuvens não são as mesmas. E a sensação? Bom, esta não sei se acaba aqui...
Pior é quando se descobre que não sou apenas obstáculo da brisa que me refresca todos os dias.

# A gente fica por aqui hoje. 13mar.2017

Wellington Maia.

Oxe: "... Que a noite cai de repente caia tão demente quanto um raio. Que a noite traga; Alivio imediato..." (Humberto Gessinger).

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Post 20 - O tempo





Não adianta fugir ou fingir, estaremos sempre no tempo. Nosso passado está recheado de acontecimentos que "explicam" oque somos hoje. Nosso presente revela oque somos agora. E o futuro? Quem seremos amanhã?

Muito se fala em viver o hoje intensamente. "O amanhã pode não existir". "O passado já foi e não volta". OK, ok. É verdade concordo com parte disso.Mas, da forma que é colocado o passado e o futuro não tem importância. Um erro muito grave pensar assim!

Já ouvi pessoas dizerem: "Quem vive de passado é professor de história". Bom, na verdade ele vive do valor recebido a cada aula lecionada, (presente). Para lecionar a próxima aula, ele prepara o assunto, o cronograma da matéria, complementos enfim se prepara para o (futuro). Portanto, o fato de conhecer a historia, não é sinônimo de viver de passado.

Devemos conhecer a fundo nossa história. Não é um erro refletir e reviver acontecimentos passados. Reconhecer erros e acertos, ganhando com isso um aprendizado. Entender a causa de nossas atitudes e forma de ser vem do passado. Mas, viver de lembranças, boas ou ruins preso ao passado é um erro grave.

Devemos ter desejos e sonhos, (futuro). Sem um projeto de vida, e sonhos a almejar, como viver no presente? Mesmo no tempo das cavernas, o homem já armava armadilhas para pegar a caça no dia seguinte. O grande erro é viver apenas sonhando e desejando. É no presente que projetamos o futuro e realizamos projetos e sonhos. Para fazer isso precisamos conhecer a historia, conhecer nossos limites e nossas possibilidades, ( reserve um tempo). É um erro grave viver o hoje como se não houvesse o amanhã. Viva o hoje como deve ser vivido e .

O amanhã pode não existir, mas se ele existir? Você está preparado?


# Cheguei lá!

# A gente fica por aqui hoje! 21 fev. 2017

Wellington Maia


Oxe: Um projeto para o futuro é escrever mais sobre o TEMPO. 

Oxe, oxe: Seria um segundo tempo? Prorrogação e penalts? 

Oxe, oxe, oxe: Não posso prever o futuro, mas é um projeto futuro. Vou me preparar!  

                                       


                                       Charlie Brown JR - Senhor do Tempo

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Post 19 - Sem noção.

Admiro as pessoas que falam sem pensar. É um dom que não tenho. Algumas vezes incomoda essa forma de ser. Mas na maioria das vezes, elas dizem exatamente aquilo que nossa covardia impede.
Está aí uma união perfeita!
Afinal, alguém precisa impedir risos no velório. Alguém precisa impedir o luto em uma festa.


Conheço uma pessoa que faria isso kkkkkkkk





# Cheguei lá!

# A gente fica por aqui hoje! 15 fev. 2017.


Wellington Maia.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Post 18 - Mais um dia diferente



Terça-feira 14 de fevereiro de 2017, 13:47hs. Céu nublado, temperatura 27°C. Sentado observo raios de sol passando entre as nuvens e sinto a brisa vinda constante onde sou o seu obstáculo. Em que lugar do passado eu estaria nesta mesma hora, e tempo ambiente?
Muitas lembranças vêem em mente. Um déjà vu. Já vivi este dia!!! Mas na real, já pensou se todos os dias fossem iguais? A brisa já se foi, meu horário de almoço acabou!
Na real? Esse dia ainda não acabou...

#Cheguei lá!

#A gente fica por aqui hoje!


Wellington Maia.





Engenheiros do Hawaii - Depois de Nós

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Post 17 - O MILAGRE





10Hrs após o tiro.




Promessa é divida! No Post 8 - Cicatrizes, prometi descrever como ocorreu aquele assalto que resultou na 3ª cicatriz ali relatada; um tiro certeiro!!!. Sendo assim... Hoje 12 de fevereiro exatamente as 20:00hs, faz 2 anos deste acontecimento que deixou cicatrizes em minhas costas, mente e alma.
Os dias anteriores foram muito estressantes ( como sempre). Mas, naquela semana algumas coisas estavam diferentes. Eu havia falado com muitas pessoas da minha família, pai, mãe, irmãos, primos, tios. No momento do chamado para comparecer na empresa, ( faço plantão ) eu estava conversando com meu irmão mais novo. O ultimo familiar que faltava naquela semana. Me despedi dele, troquei de roupa e quando saia de casa ao chegar na garagem, voltei, levantei a mão direita acenei e disse:
_ Deus abençoe vocês...
Com rasas lágrimas nos olhos e um arrepio, fiz esse gesto olhando nos olhos dos meus filhos e esposa. Uma paz da qual nunca senti tomou conta do meu ser.
Segui o trajeto normal, casa-trabalho, estava muito tranquilo e calmo (coisa rara naquele tempo). Ao passar pela ultima lobada já na saída da cidade, fui surpreendido com um revolver encostado na minha face, gritos de "pára-pára, pára-pára...".                                                                                           Eles estavam de moto, farol apagado. Parei o carro, gritos de "não reage", "vou atirar". Pressão psicológica, adrenalina a mil. Mais gritos:"desce-desce-desce".  Por sorte, ou melhor por Deus ser infinitamente  generoso, alguns meses antes, conversando com um amigo que é Policial Civil, falamos sobre como agir diante de um assalto. Lembro muito bem da orientação... "...Nunca reagir. Quem esta com a arma é o bandido. Eles não tem nada a perder, é tudo ou nada, matar ou morrer não faz diferença. Sempre diga oque vai fazer, se for tirar o sinto diga, se for abrir a porta diga, nada de movimentos bruscos..."
Em  fração de segundos, lembrei  de tudo. Agi conforme a orientação dos bandidos . Avisei que iria retirar o sinto, que iria abrir a porta. A cada movimento que avisava gritos de: "Sai-sai-sai...."  eram repetidos. Saí do carro e a arma na minha testa. Meus olhos só enxergavam o dedo no gatilho e o tremor nas mãos do bandido. Ele estava muito nervoso. Então ele disse:
_Se correr morre!
Atravessei a pista com as mãos na cabeça. Olhos fixos na arma apontada. Fiquei travado, parecia que meu corpo pesava toneladas. O bandido retira a chave do contato, abre o porta malas e mandar eu entrar. Lembro que implorei:
_ Pelo amor de Deus moço, tenho filhos, leve tudo, a carteira, o celular o carro, mas me deixe aqui. Pelo amor de Deus! Por tudo que é mais sagrado! Vai embora!!!
Mas o outro que ainda estava na moto começou a gritar:
_ Atira! Atira nele! Não quer entrar atiraaaaaaa!
 Ele mirou em minha cabeça, e apertou o gatilho. Fiz um movimento de proteção na cabeça e virando de costas. Reparei a chama  que saiu da arma, seguido do som do disparo. O tiro não me acertou! E o comparsa ordena novamente aos  Gritos:
_ Atira! Atira nesse desgraçado! Booora! Atiraaaaaa!
Implorei novamente. Naquele momento a voz já saia com soluços, tremor e choro. O bandido engatilhou, mirou e atirou. Senti um impacto muito forte nas costas, a bala encontrara o alvo indefeso e inocente. Assustado coloquei as mão nas costas, e senti um inchaço mais ou menos do tamanho de uma laranja. Olhei na palma da mão e não vi sangue. Confesso que naqueles poucos segundos fiquei sem entender se o projetil era mesmo real. A dor era muito intensa. Ele me olhava fixo, meio que sem acreditar  que me acertou. Comecei a gritar: _ Desgraçado você me acertou! Socooooorro.... fui baleado.... alguém me ajude.... fui baleado... socoooorro. Ele ainda estava imóvel e olhava minha reação. O comparsa da moto foge. Ele retira o capacete e entra no carro. Avistei um farol vindo em minha direção. Comecei a correr em seu sentido. Eu precisava de ajuda. Uma proteção. Ainda correndo ouço mais um disparo e o meu carro saindo em alta velocidade, no mesmo sentido que estava correndo. Tentei parar o carro que vinha, mas a pessoa desviou e seguiu. Ouvi mais um disparo. Parei de correr e mais uma vez ao colocar as mãos nas costas não vejo sangue, somente o edema é percebido. Volto a correr mas desta vez sentido contrario. Nunca corri tanto e com tanta determinação. A adrenalina era tamanha que não sentia mais dor. Ao chegar perto da esquina, um carro para me ajudar. "... Fui baleado, fui assaltado, me ajuda..." O anjo que Deus me enviou disse: _ Eu vi tudo, entra no carro vamos para a delegacia. Era oque eu precisava, me sentir seguro! Estávamos a mais ou menos 600mts da delegacia civil. Agradeci e abençoei  aquele anjo. Dois policiais estavam do lado de fora. Já cheguei falando ofegante: Fui baleado, fui assaltado. Eu repetia isso sem parar. Com um pedido de calma parei. Eles olharam o ferimento um deles diz: HUuuuuuMMMMM a bala esta alojada! Quando ouvi isso fiquei mais apavorado. Era a confirmação de um projetil real, e estaria no meu corpo. Comecei a pular e implorar: _ Me leva pro hospital por favor!!!! Salva minha vida tenho filhos!!!! Me salva Sr policial!!!!!!! Me salva!!!! Ele disse: Calma cidadão... Entra na viatura e segura forte! Entrei na viatura, sentei de lado para não encostar as costas. Ele liga a sirene e o giroflex e saímos em altíssima velocidade. Me lembrei de ligar para minha esposa. Ela atende e logo já começo a dizer:_ Fui assaltado levaram o carro, a policia esta me levando para o hospital daqui. Ela fica muito nervosa, começa a chorar e com medo. Apavorada diz: O carro é de menos, não quero saber do carro!!! _como você está Mô ? Que sirene é essa? Pra onde estão te levando? Meu Deus me ajude!!!  Pânico de ambos os lados ao dizer que fui baleado!
Ao chegar no hospital rapidamente sou atendido. Deitado na maca, assustado e ainda ofegante da corrida começo a dizer: _ Me salva doutora, tenho filhos, meu sangue é O- minha esposa esta chegando todo mundo lá em casa é O-, me salva doutora!. Ela pede calma, diz que tudo vai ficar bem. Examina e diz que parece que a bala esta alojada. Duas bolsas de soro são aplicadas uma em cada braço. Após uma seringa ser aplicada sinto que meus batimentos cardíacos começam a diminuir, e começo a ficar menos tenso. Ela diz que tudo vai ficar bem, mas que tenho que ser transferido para Camaçari, para ser operado. Deitado na maca, sem camisa sou levado ate o SAMU, que me leva para o Hospital Geral de Camaçari. Um trajeto de mais ou menos 20 minutos. No meio do caminho sinto algo quente em minhas costas e nuca, aviso a socorrista que me acompanhava. Ela ao acende a luz diz: _ Nossa esta jorrando sangue para cima! E então ela joga um lençol branco em cima, e diz que isso é bom. Ok neh? Ela esta dizendo! Meu telefone toca, meu amigão,  "Zóio". Oque aconteceu Maia? Onde você esta? pergunta ele. Disse que estava indo pro HG, e ele seguiu ao meu encontro.
Ao chegar no HG fui direto para o RX e fiquei no corredor aguardando o resultado. O medico volta e diz que não achou a bala, e pede para que aguarde, pois havia muita emergência naquele dia. Fazer oque neh? Eu estava apenas com um edema e em buraco nas costas que não estava sangrando mais. Podia andar, falar e não reclamava de dor. Estava vivo. Vamos esperar aqui sentado! Minha esposa chega, com meu filho do meio. O vizinho prontamente e gentilmente os levou até o hospital. Ao me ver vivo, em pé ela se acalma. Ao ver o ferimento não aguenta e aos prantos não acredita que aquilo esteja acontecendo. As funções se invertem e eu tenho que acalma-la. O Zóio chega e ao me ver, com os olhos rasos em lágrimas diz: _ Ô Maia... logo você mano? Como cê tá irmão? Já te atenderam? Você quer ficar aqui? Decidimos ir para o Hospital do aeroporto em Lauro de Freitas, afinal, o publico é um caos. Não queriam que eu saísse do hospital, tive que assinar um termo de responsabilidade. Aí eu te pergunto: Quem assinaria o termo de responsabilidade por me fazer esperar com um ferimento aberto, podendo pegar uma infecção??? Ou até mesmo algo mais grave??? Assinei o meu e saímos. Do lado de fora meu filho o "Neto" está apavorado, mas fica aliviado ao me ver andando.Eu queria abraça-lo, mas fiquei com medo devido a alguma infecção,pois, eu já havia passado por 2 hospitais e um SAMU neh? Me viro de costas e ele fica com a expressão mais tensa ainda. " ... O Pai vai ficar bem, fica tranquilo filho... Foi só um susto vamos para outro hospital táh? Fica com Deus... Ao chegar no Hospital do Aeroporto fui muito bem atendido. Trocaram as bolsas de soro, mais medicação, e curativo. A cada mais ou menos 30min, um raio x era feito para identificar onde estava o projetil. Achavam que estava andando no corpo. A cada exame feito, ninguém acreditava, nada foi encontrado! Onde foi parar? No total foram 9 Rx.
Passamos a noite lá, e ao amanhecer o Dr volta para ver como estava. Faz alguns exames apertando meu abdome. Tudo normal. Ao retirar o curativo com felicidade ele diz: _ Que coisa linda esse ferimento!!!Rapaz, Deus tem um projeto maravilhoso em sua vida, e você um couro muito duro RSrsrsrsrs. Vejo que realmente foi arma de fogo porque tem queimadura na pele, mas ela não penetrou... Se tivesse entrado teria feito um estrago. Vamos tirar uma foto pra você ver! Está vendo? Não esta mais inchado e aqui é a queimadura... Parabéns você vai ter alta agora!

Foto retirada pelo Médico que me atendeu.


Não sei mensurar a felicidade que ficamos. Somente Deus é capaz de conceder um milagre tão grande assim em nossas vidas. Essa experiencia que passei deixou muitas marcas. Muitas delas boas. Amor, amizade, solidariedade, profissionalismo. Muitas pessoas preocupadas, rezando e orando por minha vida e família. São as coisas das quais mais me marcam hoje. Além da mais importante, a imensa gratidão a Deus.

Agradecendo a Deus na primeira noite.


Obrigado SENHOR por me dar a vida e por não permitir que o mal prevaleça. Obrigado por enviar anjos em seu nome para me proteger e nos ajudar nos momentos de tormenta. Obrigado SENHOR por iluminar a escuridão nos mostrando o caminho da paz. Obrigado por me presentear com a família maravilhosa que me deste. Por nos dar forças para enfrentar as dificuldades. Obrigado SENHOR por nos presentear com esse amor que só pode vim de ti. Obrigado por todos que posso chamar de amigo. Só tenho a agradecer a ti  PAI eterno. Apenas peço que abençoe a todos que clamam por seu nome neste momento. Amém!

2º Dia de recuperação.
3º dia de recuperação



4º dia de recuperação.


Roupas que estava vestido no dia .

10 Dias do ocorrido.




# Deus me trouxe até aqui!

# A gente fica por aqui hoje! 12 fevereiro 2017.

Wellington Maia


Oxe: Alguém pode se perguntar: Como ele sabe a hora exata do tiro? A resposta é que segundos antes do tiro chegou uma mensagem do meu chefe na época que dizia assim: " Maia vc precisa mesmo ir? pede para eles trabalhar na cola até amanha". Em meu "zap" esta mensagem chegou exatamente as 20:00Hrs do dia 12/02/2015.


                                                         Noites traiçoeiras